Adorei este vídeo! Além de mostrar como um "gigante" Fila Brasileiro pode ser absolutamente dócil e gentil, é um belo exemplo acerca da boa convivência entre cães e crianças:
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Vídeo - o cão e o menino
Adorei este vídeo! Além de mostrar como um "gigante" Fila Brasileiro pode ser absolutamente dócil e gentil, é um belo exemplo acerca da boa convivência entre cães e crianças:
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
Seu cão está no peso ideal?
Atualmente, sabe-se que um cão no peso ideal é mais saudável e pode viver muito mais. Exatamente como acontece com os seres humanos. Por outro lado, um cão obeso pode apresentar vários problemas de saúde, como diabetes, cardiopatia, além de males ortopédicos, causados pelo desgaste excessivo dos ossos.
Mas, diante da grande variedade de tamanhos e composição corporal de nossos cães, como saber se está obeso? Ou magro demais? Ou dentro do peso ideal?
No site da Purina há uma tabela bem detalhada sobre como identificar a "situação" de seu cão, conforme passo a transcrever:
Características do Estado Corporal
1. Emaciado
Costelas vértebras lombares, ossos pélvicos e todas as proeminências ósseas evidentes a uma certa distância. Nenhuma gordura corporal discernível. Perda óbvia de massa muscular.
2. Muito Magro
Costelas vértebras lombares, ossos pélvicos e todas as proeminências ósseas facilmente visíveis. Nenhuma gordura palpável. Perda mínima de massa muscular.
3. Magro
Costelas facilmente palpáveis e podem ser visíveis sem nenhuma gordura palpável. Topos das vértebras lombares visíveis. Os ossos pélvicos estão ficando proeminentes. Cintura e afinamento abdominal óbvios.
4. Abaixo do Peso Normal
Costelas facilmente palpáveis, com uma camada mínima de gordura. Cintura facilmente notada, vista de cima. Abdômen afinado quando visto do lado.
5. Ideal
Costelas palpáveis sem excesso de camada de gordura. Cintura observada atrás das costelas quando vista de cima. Afinamento abdominal evidente.
6. Acima do Peso Normal
Costelas palpáveis, com um pequeno excesso de camada de gordura. Cintura discernível quando vista de cima, mas não é proeminente. Afinamento abdominal aparente.
7. Pesado
Costelas palpáveis com dificuldade, camada de gordura pesada. Depósitos de gordura perceptíveis sobre a área lombar e base da cauda. Cintura ausente ou quase imperceptível. O afinamento abdominal pode estar ausente.
8. Obeso
Costelas não palpáveis sob a camada de gordura muito pesada ou palpável apenas com uma pressão significativa. Depósitos de gordura pesados sobre a área lombar e base da cauda. Cintura ausente. Nenhum afinamento abdominal. Uma distensão abdominal pode estar presente.
9. Demasiado Obeso
Depósitos de gordura volumosos sobre o tórax, espinha e base da cauda. Cintura e afinamento abdominal ausentes.
As definições acima podem parecer subjetivas, mas a visualização se torna mais fácil após análise das ilustrações abaixo:
Muitas pessoas acabam alimentando seus cães muito mais do que o necessário e efetivamente saudável, pois não aguentam a "cara de pidão", e acreditam que o peludo está com fome... Mas não podemos nos esquecer que os cães apresentam apetite voraz na maior parte do tempo. Esse comportamento foi herdado de seus ancestrais, que tinham comida escassa e não sabiam quando poderiam jantar a próxima caça...
Mas, para os cães de hoje em dia, que se exercitam cada vez menos e tem muito mais alimento (e guloseimas) à disposição, comer demais pode significar graves problemas de sáude!
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
Raças - Shih Tzu
Eu não poderia deixar de iniciar meus posts sobre raças com outra que não fosse o querido... Shih Tzu!
ORIGEM
O Shih Tzu é uma raça chinesa bem antiga. Suspeita-se que descenda de cruzamentos entre Lhasas Apsos, Pugs e Pequineses.
Foram muito queridos nos castelos imperiais chineses, onde eram muito mimados e vistos como cães sagrados!
O nome “Shih Tzu” significa “leão” em chinês, em razão de suas características físicas: pequenos, mas sólidos, não tão frágeis quanto outras raças de pequeno porte. O formato da cabeça lembra um crisântemo e a cauda é curvada sobre as costas.
TEMPERAMENTO
O Shih Tzu é um cão de companhia tranquilo, companheiro, brincalhão e independente. Não é daqueles que querem colo o tempo todo, mas gostam de estar sempre perto dos donos, acompanhando seus movimentos, mesmo que de longe...
Cães desta raça costumam ser bastante “festeiros” com pessoas estranhas, outros cachorros e crianças. Além disso, trata-se de uma raça silenciosa, que late muito pouco.
ENERGIA
Os Shih Tzu são alegres, mas não aguentam longas sessões de exercícios, especialmente em horários muito quentes. Não são nada esportivos! Gostam de brincar, mas logo procuram um cantinho para uma soneca. Não necessitam de longos passeios diários: dois por dia, de 20 minutos cada, são suficientes para que se exercite bem.
Seu temperamento tranquilo permite que aguentem melhor que outros cães períodos de solidão, quando tiram longas sonecas (é um cão bem dorminhoco!). Mas isso não significa que devam ser deixados sozinhos por muito tempo, pois cães de qualquer raça são animais sociais e precisam da companhia e interação para se manterem mentalmente saudáveis.
Vejam também aqui a forma deliciosa como a Adriana, do AuAurélio descreveu o temperamento desta raça tão querida para nós!
Shih Tzus costumam ter poucos problemas de saúde, mas deve-se prestar muita atenção aos olhos, que são grandes e lacrimejantes, devendo ser frequentemente limpos com gaze embebida em soro fisiológico. É comum que se machuquem ao se coçar ou ao xeretar objetos pontiagudos.
Também costumam ter inflamações no ouvido, o que demanda limpeza constante das partes interna e externa das orelhas.
A pelagem é longa e macia, mas necessita de escovação diária para que não se formem nós. Manter o Shih Tzu com a chamada "tosa filhote" facilita a vida de todos e o deixa com uma carinha linda!
CRIAÇÃO
Como é bastante usual, raças que estão na “moda” costumam ser alvo de pessoas que só visam lucro com a venda de filhotes. Assim, surgem cães com desvios de comportamento e graves problemas de saúde. E não tem sido diferente com o Shih Tzu, que vem se tornando cada vez mais popular como um cãozinho de companhia ideal!
Assim, caso você opte por ter um Shih Tzu, procure criadores idôneos e que prezem pelo bem estar e saúde dos cães. Um criador sério te entrevista, exige castração e acompanha a fase de adaptação do filhote.
* Este texto (com algumas alterações) e uma foto diferente, também foi publicado no blog do Dr. Pet.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Comportamento - medo de rojões (e com a Copa do Mundo, tudo piora...)
É, chegou o dia aguardado ansiosamente por tantos brasileiros! Hoje o Brasil estreia na Copa do Mundo da África do Sul! A euforia, alegria, com as ruas e pessoas coloridos de verde e amarelo, já se fazem visíveis.

Mas, para os cães em geral, alheios ao burburinho envolvendo os jogos, tudo isso pode ser muito, muito desgastante...

Assim, seguem algumas dicas que podem ser muito importantes nesta época do ano:
- caso seu cão não demonstre medo extremo ao ouvir estouro de rojões ou mesmo o som das famosas "vuvuzelas", você pode distraí-lo com os brinquedos de que ele mais gosta, fazendo do momento algo prazeroso. Pode dar petiscos nesta hora também. Assim, a associação com os barulhos será positiva;
- se o peludo demonstrar medo, não se abaixe para confortá-lo: ele entenderá que você também está com medo. Sua postura deve demonstrar muita segurança, para que ele possa se espelhar em você;
- caso seu cão prefira se esconder pois sente muito medo, não o prive disso. De preferência, deixe um cômodo livre para que ele possa se aninhar, se possível fechando janelas e portas para que o som seja abafado, o que o confortará neste momento. Um rádio ligado com uma músca tranquila melhorará ainda mais o ambiente;
- se o caso já for caracterizado como fobia (o cão treme, demonstra medo excessivo, baba, arfa, não tem apetite e pode tornar-se agressivo) consulte um especialista em comportamento animal, pois existem treinamentos que podem ser feitos nestes casos, para tentar minimizar o sofrimento dos cães. O seu veterinário de confiança pode também prescrever medicamentos ansiolíticos em casos extremos, se for o caso;
- tome cuidado com fugas: cães amedrontados podem tentar fugir para longe do barulho. Mantenha seu cão devidamente identificado com uma plaqueta na coleira, onde constem o nome dele, o seu e um telefone para contato;
- verifique se o local onde o cão está num momento tenso como este é seguro, pois alguns chegam a quebrar portas de vidro, ferindo-se gravamente, para tentar se refugiar.
O zootecnista Alexandre Rossi dá dicas sobre este problema que atinge muitos cães e também explica suas causas.
A querida Ana Corina, do Mãe de Cachorro, fez um verdadeiro e completo compêndio sobre o tema: clique aqui e leia várias matérias garimpadas por ela.
Boa torcida a todos!!
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Dono de raça
Começarei a postar com frequência sobre raças de cães, um assunto de que sempre gostei. Mas antes disso, uma pausa para reflexão:
Este cartaz é muito significativo. A forma pejorativa como o termo “vira-lata” é utilizado, o olhar do cão transparecendo muito sofrimento, o estado lastimável em que se encontra...
Falarei sobre os “raçudos”, mas não deixarei de lado os queridos sem raça definida! Convivo e convivi com vários, experimentando diversos momentos inesquecíveis com eles e também muito aprendizado. Além disso, são, em sua grande maioria, exemplo de força, perseverança e resistência.
Cães são cães, companheiros, alegres, leais e divertidos, não importando raça, cor, tamanho, pedigree...
Como já antes escrevi por aqui, ter a companhia de um cão, seja sem ou com raça, é uma experiência benéfica e edificante para o homem, sem nunca esquecer da responsabilidade sobre outro ser vivo, que requererá cuidados, atenção e carinho durante vários anos.
Assim, se você pretende adquirir um cão de raça, procure criadores idôneos, que se preocupam com o aprimoramento genético da raça e demonstram real cuidado com o futuro de seus cães e descendentes (para saber identificar um criador exemplar, conheça a Camilli, nO Blog de Uma Criadora que Ama seus Frenchies. Infelizmente, são raros os criadores assim...). Não tente "economizar": geralmente aqueles que vendem filhotes a preços muito baixos só visam lucro e mais lucro...
Mas não se esqueça que você também pode acolher um grande amigo SRD que, em troca, lhe dará afeição e alegrias. Procure feiras de adoção e o Centro de Controle de Zoonoses de sua cidade (veja aqui como funcionam as adoções do CCZ de São Paulo).
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Blog de cara nova...
Já era tempo de mudanças... Após longo período de "inatividade", o blog está de volta e com cara nova!
Sei que blogs precisam ser constantemente atualizados, para que seu conteúdo se mantenha sempre vivo e interessante. Mas acredito que a falta de uma diretriz acabou por me desnortear em relação aos assuntos que deveriam ser temas dos posts. Assim, com uma gama muito grande de informações relacionadas aos cães, passei por um período de "bloqueio de inspiração" bem longo!
Assim, com ânimo para voltar com bastante força, optei por focar os temas dos textos em COMPORTAMENTO CANINO, que abrangerá todo e qualquer assunto relacionado ao comportamento dos cães, CURIOSIDADES, onde postarei sobre notícias interessantes, produtos novos, vídeos legais e RAÇAS.
Também estipulei que a periodicidade mínima de postagens será de duas por semana, podendo ser maior, dependendo das circunstâncias.
Conto com as sugestões e ideias de todos os que visitam sempre o "Para quem gosta de cachorros..."
Alguém tem alguma ideia??
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Video - Pug ecológico
Recebi o link para este vídeo da querida amiga Ana e faço questão de divulgá-lo em razão da importante mensagem ali contida!
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
Cães - o fenômeno
A revolução no mundo pet, visivelmente sentida nos últimos anos no Brasil, leva a muita reflexão sobre o assunto. Se pararmos para pensar um pouco, há não muito tempo atrás, cães eram criados para serem mantidos no quintal, e o máximo que recebiam era a comida (restos de comida humana) e água necessários para a sobrevivência e vacina anual contra raiva (quando eram vancinados...).
A realidade hoje em dia tem se mostrado muito diferente: o Brasil é o segundo mercado pet do mundo, perdendo só para os Estados Unidos. E o consumismo que advém desta revolução é evidente, conforme bem destacado por reportagem da Revista Época.
Assim, surgem duas questões: como explicar tamanho apego das pessoas pelos seus animais? E mais: até que ponto tantos "mimos" fazem bem ao cão?
Quanto à primeira pergunta, tenho a impressão de que os pets que vivem com seus donos nas grandes cidades convivem muito mais de perto com as famílias do que antigamente. E isto acontece principalmente nos grandes centros, com a verticalização das residências. Muito mais pessoas moram em apartamentos e o dia a dia ao lado de seu bicho de estimação se tornou algo muito diferente: a presença do cão ou de outro pet é notada o tempo todo, ele está ali, demanda espaço e cuidados para que a convivência seja boa.
Esta realidade é um pouco diferente no interior do país, onde é mais raro encontrar cães que vivem de forma tão próxima e com a vida cheia de mimos. Ali ainda impera o pensamento de que cão é para ser criado no quintal, bastando levar comida uma vez por dia para que ele seja feliz.
Além disso, o pensamento coletivo acerca de animais de estimação mudou muito. As pessoas tem prestado mais atenção nas necessidades de seus pets e a consciência de que estes necessitam de cuidados aumentou bastante (evidentemente que ainda há muito a ser feito, pois muita, mas muita gente mesmo, ainda compra animais por impulso, abandona seus bichos, não cuida de forma responsável, etc).
Quanto aos excessos, aí vemos o outro lado da moeda: um cão não precisa, não dá a mínima, para um casaco de couro de R$ 1.200,00. Aliás, é muito provável que ele deteste o casaco, que vai esquentá-lo, incomodá-lo. Tosas elaboradas, onde o cão sai todo pintado, também são um exagero. Perfumes para cães são um item que abomino: isto equivale a "cegar" o cão, que se guia basicamente pelo olfato! Quem nunca viu um cão sair do pet shop todo perfumado, mas espirrando sem parar?!?!
O essencial é que o cão seja criado como cão, pois, apesar de ser um animal doméstico, é diferente de nós. A humanização dos cães pode gerar problemas comportamentais graves, como ansiedade de separação, agressividade dirigida a pessoas, medo excessivo de outros cães (o que é muitas vezes evitado com uma boa socialização), etc.
Para um cão ter uma vida feliz ele precisa, basciamente, de: alimentação equilibrada, socialização com outros cães e pessoas, passeios e atividades que lhe permitam explorar o mundo exterior, brincadeiras e interações com seus donos e atenção! Sim, atenção é importante, pois o cão é um animal social e sentir-se inserido na família com a qual convive é o que fará o peludo mais feliz!
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terça-feira, 20 de abril de 2010
Cães doadores de sangue
Essa eu realmente não sabia... Mas fica aqui o incentivo para que donos de cães ajudem através de seus peludos!
A amiga Patricia iniciou uma campanha em seu blog para divulgar iniciativas como a do Banco de Sangue da Faculdade Anhembi Morumbi. Isso pode salvar a vida de seu cão! Vamos deixar mais pessoas que amam cães saber disso!
A amiga Patricia iniciou uma campanha em seu blog para divulgar iniciativas como a do Banco de Sangue da Faculdade Anhembi Morumbi. Isso pode salvar a vida de seu cão! Vamos deixar mais pessoas que amam cães saber disso!
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sexta-feira, 16 de abril de 2010
Comportamento canino - agressividade II - definições e sinais
Continuando a discussão sobre este assunto polêmico e importante para todos os que gostam e convivem com cães, é muito importante ter alguns conceitos bem claros. Vale lembrar: em muitos casos, as situações envolvendo cães com comportamento agressivo podem ser bem perigosas, sendo indicada a orientação de um profissional para que o manejo seja seguro e o tratamento, eficaz.
O que se entende, efetivamente, por comportamento agressivo de um cão? Trata-se de uma ameaça lesiva dirigida a um ser humano ou outro animal, tendo por objetivo intimidar ou machucar.
A agressividade considerada sob o ponto de vista comportamental pode ter influência do meio ambiente, da raça do cão e herança genética, ou um pouco de cada um destes elementos.
Mas nem toda demonstração de agressão por parte de um cão pode ser entendida como um desvio comportamental. Há, sim, o comportamento agressivo considerado normal, ou seja, aqueles em que as circunstâncias justificam a agressão. Cães, em geral, tem inibição de morder: não mordem ou, se mordem, não rompem a pele (só dão um "aviso"), a menos que injustificadamente provocados.
Neste sentido, um exemplo bastante comum para todos que convivem com cães: quem já não se deparou com um lindo cão passeando na rua com o dono e outra pessoa chega perto para acariciá-lo na cabeça e o que se vê em resposta são rosnados e latidos do peludo? Trata-se de um cão perigoso? Não necessariamente! A reação é perfeitamente normal e esperada! Imagine a cena agora do ponto de vista do cão: trata-se de um humano estranho, chegando com os braços erguidos e mostrando os dentes (num sorriso!), que tenta colocar a mão sobre sua cabeça! Evidentemente que a situação denota perigo do ponto de vista canino e uma reação do tipo "chega para lá, afaste-se de mim" é compreensível!
Já o comportamento agressivo anormal pode ser entendido como aquele em que o cão percebe ameaças onde elas não existem. Tratam-se de situações que envolvem grande risco e maior desafio para que sejam controladas, até porque fica difícil saber quando ocorrerão.
Finalmente, é muito importante conseguir perceber os sinais de agressividade que os cães geralmente apresentam antes de partir para o ataque: manter-se imóvel, tenso (com o corpo rígido) e com o olhar fixo, rosnar de boca aberta ou fechada, latir agressivamente, morder o ar, morder de fato.
No site Saúde Animal há uma figura bastante ilustrativa das diversas fases até que o cão demonstre agressividade:
Saber identificar os primeiros sinais de agressividade pode ser um diferencial importante para o tratamento e também para evitar acidentes.
Em breve, mais informações sobre os tipos de agressividade.
Fontes consultadas:
"Adestramento Inteligente", Alexandre Rossi
"Comportamento canino & felino", Debra F. Horwitz e Jacqueline C. Neilson
Fontes consultadas:
"Adestramento Inteligente", Alexandre Rossi
"Comportamento canino & felino", Debra F. Horwitz e Jacqueline C. Neilson
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
Comportamento canino - agressividade I
Esse é um tema que vem ocupando minha mente e meu dia a dia... Cães que, em algumas situações pontuais, apresentam comportamento agressivo. De todas as raças, tamanhos, cores. Um problema mais comum do que se imagina, mas cujos históricos muitas vezes restringem-se à família, visto que os "acidentes" são causados por peludos pequenos e as consequências não são tão graves.
A balbúrdia acontece quando sinais de agressividade surgem em indivíduos de grande porte e, principalmente, de determinadas raças sumariamente apontadas como "agressivas" e "perigosas". Há, inclusive, um projeto de lei em tramitação, visando regulamentar a posse e responsabilidade dos donos de cães dessas raças.
Assim, acho importante que informações sobre o assunto sejam divulgadas de forma ampla e de fácil compreensão. Em muitas situações, a agressividade pode ser controlada, sendo importante para os que convivem com os cães identificar as situações em este comportamento ocorre, para que não seja constante e inconscientemente reforçado.
Em breve, mais posts com detalhes sobre o assunto.
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quarta-feira, 17 de março de 2010
Habilidades caninas - o cão pescador
A concentração e habilidade para pescar deste lindo cão são impressionantes:
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quinta-feira, 11 de março de 2010
Coisas que somente um cachorro pode fazer
Achei este vídeo muito divertido! Além de ilustrar muito bem algumas situações vividas só por que aqueles que convivem com cães...
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domingo, 7 de março de 2010
Prêmio Blog VIP
Recebi a indicação deste prêmio da querida Maria Teresa, do delicioso blog Ouvindo meus botões, que eu indico a todos que busquem textos sensíveis e muito bem escritos, repletos de emoção. A autora consegue extrair magia de assuntos e situações cotidianas, o que torna as postagens extremamente envolventes. Segue o endereço:
O prêmio tem uma regra simples: indicar seus 10 blogs preferidos. Achei a ideia muito interessante, pois trata-se de uma maneira de difundir leituras que valem a pena.
Assim, cada um dos blogs que passo a relacionar, com as características que lhes são peculiares (alguns são diários de pessoas queridas, outros prestam importantes serviços, uns dedicam-se a temas específicos) são repletos de experiências, conhecimento, alegrias e tristezas. E acredito que todos merecem uma justa homenagem:
http://adoteumfocinhocarente.blogspot.com/
http://amigosdobicho.blogspot.com/
http://aprocuradafelicidade.blogspot.com/
http://www.auauaurelio.com/
http://www.bichosdovale.com/
http://cibelenardi.blogspot.com/
http://jurisdrops.blogspot.com/
http://www.maedecachorro.com.br/
http://mundodegrazi.blogspot.com/
http://villechamonix.blogspot.com/
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sexta-feira, 5 de março de 2010
Socialização de filhotes
Este é um tema de grande relevância para quem tem ou terá um filhote em casa. Estudos sobre comportamento canino demonstram que a socialização de filhotes de cachorros é crucial para que este indivíduo, na fase adulta, torne-se menos suscetível a problemas comportamentais.
Isto acontece pois o chamado período de socialização, que vai do 50º ao 85º dia de vida, corresponde à fase em que o cérebro do filhote está neurologicamente mais apto ao aprendizado de novas experiências. Assim, o pequeno cãozinho, durante este período, deve ser apresentado ao maior número possível de pessoas, animais, barulhos, objetos e situações.
Mas, neste ponto, surge um grande problema: a fase corresponde, na maioria das vezes, ao período em que o filhote está sendo vacinado. E a regra geral, durante o período de vacinação, é: não deixe o cão sair de casa, para não ser exposto aos vírus causadores de doenças graves, para as quais ainda não se encontra totalmente imunizado!
Desta forma, muitas pessoas (eu, por exemplo!), acabam por perder o importante período de socialização, que dura pouco mais de um mês (contados da chegada do cão à nova casa), visando proteger o filhote de doenças graves. Um cão que não foi bem socializado pode desenvolver fobias, tornar-se agressivo, ter comportamentos compulsivos ou tornar-se um cachorro que tem medo excessivo de outros cães, por exemplo.
Socorro, que bicho é esse?!?!
No que tange a este assundo, a Sociedade Veterinária Americana de Comportamento Animal prega que, para cães com esquema de vacinação já iniciado, que mamaram quando filhotes, é muito mais salutar investir na sociabilização do que preocupar-se em demasia com doenças, visto que, na fase adulta, muito mais cães são abandonados e até submetidos a eutanásia em razão de problemas comportamentais (que poderiam ser evitados com uma socialização bem feita), do que por doenças contagiosas.
Evidentemente que os filhotes não devem ser expostos a cães desconhecidos, não saudáveis ou não vacinados, nem colocados em locais potencialmente perigosos para contágio, como parques e praças públicas.
Por outro lado, levar o pequeno a casa de parentes e amigos, que tenham cães vacinados, apresentá-lo a crianças e a muitas pessoas, de várias etnias e idades, é o que basta para uma boa socialização.
Mas cuidado: uma sociabilização descuidada também pode causar traumas. Ou seja, não apresente o filhote bruscamente a situações de muito barulho ou a pessoas e animais que possam assustá-lo. Tudo deve ser feito de forma pensada, gradual e cuidadosa, para que só gere resultados positivos. Exemplo: se você quer que o filhote se acostume com o barulho e calor de secador de cabelos, primeiramente aproxime o objeto dele devagar e desligado. Depois, enquanto brinca com o cão e lhe oferece comidinas com as quais ele já esteja acostumado, ligue o secador longe de vocês, na velocidade fraca e vá aproximando aos poucos (verifique sempre o limite do filhote: se demonstrar medo, recue).
Em outros países, por conta deste conhecimento já há muito adquirido, são comuns as chamadas "puppy classes", onde pessoas levam seus filhotes de cães para serem sociabilizados com outras pessoas e cachorros, além de aprenderem comandos básicos. As "aulas" são dirigidas por profissionais experientes em comportamento animal, que tomam todos os cuidados necessários para que nada dê errado. Há exemplos interessantes nos EUA e no Reino Unido.
O comportamentalista Alexandre Rossi trata do assunto em dois artigos interessantes: um que destaca a importância da socialização e outro que dá dicas sobre como sociabilizar bem os filhotes.
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